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Livro raro, em formato de brochura, contendo 78 páginas, em bom estado de conservação, apenas com cortes levemente com sinais de manuseio e lombada levemente irregular ou empenada devido ao armazenamento, mas nada que atrapalhe a leitura. Contêm fotos antigas.
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O barracão do mestre Waldemar na descrição do escultor e pintor baiano Mario Cravo Neto: ” Lugar de encontro e diversão popular, onde não se cobrava entrada para ver os ‘bailarinos’ se contorcerem pelo chão. Um barracão aberto, coberto de palha improvisada na Rua Pero Vaz no bairro da Liberdade, com um ringue ao centro servia sem discriminação para animar aos domingos mulheres, crianças e trabalhadores que chegavam das docas e das feiras de largo. Nomes como Traíra, Onça Preta, Najé, Cabelo Bom, Bráulio e Bugalho – que era um excelente tocador de berimbau – marcaram pela riqueza de informação cultural que cada um tinha dentro de si”. Para Mário Cravo e Carybé que faziam parte da primeira geração de artistas do modernismo da Bahia, o Barracão de Waldemar, que foi frequentado por eles por mais de 20 anos, serviu de fonte de inspiração para as suas artes.